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COMEÇO

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Agradeço à todos que estiveram na caminhada até aqui! Agradeço Mainha, ma fiinha Flor Bela, meu companheiro Marcelo Dalourzi e aos que não falaram, não cantaram, não contaram, permitindo os silêncios ciosos dessa jornada labiríntica. CRÉDITO   Jennifer Glass  Marcelo Dalourzi   

Foto-Cartografias Labirinto(in)to Rios de Dentro

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Agradeço aos Teat(r)o Oficina, aos parceires de arte, cena, ao meu amigo, irmão e diretor Thiago Carvalho, ao meu companheiro Marcelo Dalourzi, à fotógrafa Jennifer Glass, ao fotógrafo Jai Tai, todes que embarcaram nessa jornada labiríntica. Créditos   Jennifer Glass  Jai Tai   

Foto-Cartografias 3⁰ Capítulo

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Agradeço aos Teat(r)o Oficina e aos participantes do workshop para o grupo de estudos Mapa-Labirinto que colaboraram com sua arte, voz e cena. Créditos   Acervo pessoal   

Foto-Cartografias 2⁰ Capítulo (parte 2)

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  Agradecimento aos parceiros de cena, poetas, artistas, fotógrafa que registrou essas cenas que narram trajetórias de vida e arte. Créditos   Carolina Freitas 

Foto-Cartografias 2⁰ Capítulo

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  Mapas de cartografias da Atriz-Poeta-Cantora  Agradecimento ao Teatro Oficina, colegas e parceires de cena, aos fotógrafos que registraram estas cenas que fazem parte dessa trajetória de vida e arte. Caso você seja um deles, por gentileza enviar seu contato para colocar nos créditos. Créditos   Jennifer Glass  Ennio Brauns  Claire Jane

Foto-Cartografias 1⁰ Capítulo

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  Grupos: PAFATAC, Caçuá de Teatro, Finos Trapos, Os 50Tões e Grupo de Teatro da Câmara de Vereadores de Salvador. Agradecimento aos fotógrafos que registaram estes momentos. Caso você seja um deles, por gentileza enviar seu contato para colocar nos créditos.

Poéticas e Processos de criação - Julho de 25

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Silêncios e Rios (Exercício 1) - Uma reflexão sobre os exercícios práticos propostos através de narrativas sonoras iniciais para o rito-espetáculo-solo Labirinto, Rios de dentro

 Primeiro exercício de escrita para artigo a ser publicado em Revista acadêmica. Autora - Daniele Cristina Oliveira, Danielle Rosa “Fecho os olhos, me deito no chão e me concentro no profundo silêncio que não há. Ouço embaixo do asfalto rios sufocados correrem vivos.”                                           São Paulo, 30 de Junho de 2024.   Pistas para percorrer o mapa: Busque na primeira leitura encontrar suas próprias pistas no texto. Se coloque em estado de percepção, aberto à poesia. Ouça o silêncio que há em ti, na natureza, no corpo, no chão. Se observe. Anote sempre suas impressões.   Peço licença e benção à todas que vieram antes de mim. Elas abriram caminhos pra que eu aqui chegasse. Sempre ouvi dos meus mais velhos histórias sobre o princípio do mundo, de que antes desse mundo ser mundo existia o caos e que ante...

CARTOGRAFIA - PARA HILDA HILST

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CARTOGRAFIA - CAMINHOS POÉTICOS DA VOZ EM ESPIRAIS

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CARTOGRAFIA - ENCRUZILHADA POÉTICA

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CARTA-POEMA - 24 - Rito-Roteiro

  ODES MÍNIMAS PARA HILDA HILST NUM PEQUENO FUNERAL CANTANTE   A CENA ESTÁ VAZIA, SOMENTE COM OS INSTRUMENTOS E O CENÁRIO. ENTRA UMA MOÇA DE CADA VEZ. OLHA. ESCUTA O SILÊNCIO. SEGUE PARA A PIA BATISMAL. LAVA AS MÃOS, SE PURIFICANDO PARA A AÇÃO. SE BATIZA. SE CANTA O CANTO INTRODUTÓRIO - ODE I – TE BATIZAR DE NOVO. HÁ PAPÉIS NO CHÃO COM O POEMAS DE HILDA. AS MOÇAS PEGAM UM POEMA E COMEÇAM A LER. COM AS PALAVRAS, OS MOÇOS ENTRAM COM A HARMONIA, PERCUSSÃO E OS EFEITOS. TUDO É MÍNIMO.   AO SOM DA VOZ, DO CANTO, DOS INSTRUMENTOS SE FAZ A ODE. VIDA E MORTE JUNTAS. A SENSAÇÃO DO FIM, A FÚNEBRE SAUDADE, A DOR TRANSFORMADAS EM COMEÇO, NASCIMENTO, BATISMO, ALEGRIA DO RECOMEÇO, MERGULHO NO TRANSE PARA TRAZER A ALEGRIA, O PRAZER, O GOZO DO ENCONTRO COM O DESCONHECIDO. PRIMEIRO TOQUE. CANTA-SE O PRIMEIRO CANTO - ODE II – DEMORA-TE A MOÇA MAÍ, A CALHA EM TRANSE FICA NA PRIMEIRA ESTROFE DO POEMA. AS MOÇAS ANI, A CANDEIA E SABÊ, A PALHA, FAZEM UM JOGO COM O OLHAR ...